Why (and how) I left Gmail

After reading Luis Villa’s concerns about how little Google values our privacy, I decided leaving Google services as well. In fact, I already left Gmail 1.5 year ago, not (only) because of privacy concerns, but because I was simply not satisfied with its IMAP support.

Call me old fashioned if you will, but I want an offline cache of my email. IMAP is of course the best protocol for that, but Google doesn’t support IMAP very well. They use folders as an offline implementation of their tagging feature, instead of actually using IMAP tags. This means downloading messages multiple times, which is not funny at all. And then, there is Philip Van Hoof saying [Google’s] IMAP server is probably one of the poorest imaginable. (Edit: See also this rant by Opera Software’s lead QA for Opera Mail.)

I don’t feel like running my own email server, either on my computer or in the cloud, so I went with FastMail. Their email solution is not free of cost, unless you keep very little email, but I find their price and service fair enough. I think that the only catch is, I didn’t go for the most expensive plan, so I can’t keep arbitrarily large attachments from many years ago. That’s OK for me. I download the important attachments to my hard drive and use a proper backup instead; and I can still keep the respective email messages.

I still have my Gmail account, which redirects to the FastMail one. I just don’t give my Gmail address to anyone these days, and I don’t use their SMTP server any more. I miss the conversation view, but I found out I can live without it. I reimplemented Gmail’s archive with an “Archive” folder inside Inbox, but latter it grew too big and I split it in one folder for each year.

I gave up most of my tags during the migration, because I didn’t really use them to search the email archive. For the remaining tags, I used the extended tagging feature of IMAP. I have less then 5 tags, so I could use the standard ones, but Evolution and Thunderbird have the same default names for these 5 tags, so I decided to just not change them. FastMail doesn’t really provide a way for me to set or see tags in their web interface, but that’s OK for me, because I use primarily Evolution to check and manage my email. The important thing is that FastMail doesn’t brake my tags. Sadly, OfflineIMAP doens’t implement these arbitrary tags yet, so I can’t use it to relay my email.

I’d love to know about other email solutions. I’m not really considering a move any time soon, but the discussion could be very interesting for current Gmail users.

Update: My username at FastMail.fm is leonardof. If you subscribe to the service, please inform me as the referer. Not that I’ll receive much for it, but that’s an interesting way to know if people are actually using FastMail.

6º lugar nas pesquisas

Acabei de perceber que uma página minha é o sexto resultado ao pesquisar no Google por gnome e linux. É engraçado, porque a página praticamente não tem conteúdo, só links, e foi criada como uma espécie de glossário para paraquedistas, e não para receber visitas diretamente. Isso mostra como o título é importante para o motor de pesquisas…

Updated WordPress blog theme: Aqueous Lite

Aqueous Lite is this blog’s theme since the beginning. I loved the fluid width, the right sidebar and the customizability. In fact, liked the default settings, but after turning a few effects off and picking another color scheme, I really felt in love with it. So much I started adding support for translation, as well as support for Gengo and other plugins. Unfortunately, the theme creator didn’t have the time to merge back my improvements, and eventually he handed over mantainership to me. That was a long time ago, but only recently I got the time to make it good enough for public release.

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Mais sobre a integração do litl com a web

Recentemente, em meu artigo sobre o lançamento do webbook da litl, mencionei minha preocupação com a falta de interoperabilidade. Hoje Havoc Pennington, um dos grandes nomes do GNOME que participaram da elaboração do webbook, publicou um artigo em seu blog defendendo seu produto como uma resposta ao fato das pessoas frequentemente precisarem de ajuda para usar seus próprios computadores. A falta de opções de hardware e software são mencionados como um grande eliminador da necessidade de configurar e/ou gerenciar o computador, mas ao integrar com a Web optou-se por serviços fora do controle da empresa:

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Chaveiro USB, literalmente

Quando os pendrives foram lançados no Brasil, todo o mundo chamava de chaveiro USB. Não sei por quê, com o tempo pegou isso de pendrive, essa palavra engraçada em inglês que americano não usa. Mas o fato é que, de alguns meses para cá, eu resolvi levar o nome a sério, e troquei meu chaveiro comum por um chaveiro USB. Não, eu não uso portas USB para entrar em minha casa, mas agora eu sempre tenho o pendrive comigo, e tenho menos chance de esquecer o pendrive após espetá-lo no computador dos outros. De quebra, meu pendrive se mostrou um chaveiro até melhor que o que eu usava antes!

Chaveiro USB

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Momentos verdes na Alemanha

Nat Friedman, co-fundador da Ximian e um dos mais notórios desenvolvedores do GNOME, publicou em seu blog um texto curioso sobre como a proteção ao meio ambiente é levada muito mais a sério na Alemanha do que nos EUA. Traduzi o artigo na íntegra, porque a perspectiva brasileira é bem semelhante à norte-americana nessa história. Só para contextualizar, Stephanie é a esposa de Nat, e ela é alemã.
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