Entrevista com Rui Vilela, mantenedor do dicionário de português europeu

Rui VilelaPassados 50 dias desde minha última entrevista, trago a vocês um convidado da terra de Saramago: Rui Vilela, o atual mantenedor do “dicionário” (léxico) de português europeu. Morador de Braga, e usuário do Gentoo, Rui Vilela é mestrando do Departamento de Informática da Universidade do Minho, departamento ao qual está ligado o Projeto Natura, de que o dicionário faz parte.

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Introdução ao Linux para pára-quedistas

Preciso colocar informações no meu blog para quem não sabe coisa alguma de Software Livre.

A Turma da Mônica, como já foi dito, é um dos meus campeões de audiência; enquanto alguns para-quedistas pesquisaram por fontes livres, outros chegaram aqui atrás de tradutores para o árabe. Por incrivel que pareça, um quinto dos meus visitantes usa o Internet Explorer!

Imagino que muitos leitores estejam por fora de software livre, Linux, l10n, GNOME, KDE, OpenOffice.org/BrOffice.org, Firefox etc. Eu estava pensando em colocar um link na coluna lateral, perto de onde agora estão Sobre e Contato, levando a uma página com uma explicação sumária contendo um link para um texto maior e/ou o site oficial.

Alguém tem alguma sugestão?

Atualização: confira a página Linux? GNOME? ao lado.

Back to work

Whoever check my activity on the GNOME SVN repository will see I’m back to work!

Now I “only” have to publish the so much delayed interview with Rui Vilela, finish the SVN Guide for GNOME Translators, coordinate the Brazilian Portuguese translation of GnuCash, translate the iso-codes package, publish a tip about VMware on Viva o Linux, enhance the message catalog syntax highlighting for Vim, …

I guess the list doesn’t end 🙂

De volta à ativa

Quem conferir minha atividade no repositório SVN do GNOME vai ver que estou de volta à ativa!

Agora “só” falta publicar a tão atrasada entrevista com Rui Vilela, terminar o Guia do SVN para tradutores do GNOME, coordenar a tradução do GnuCash, traduzir o pacote iso-codes, publicar uma dica com VMware no Viva o Linux, aprimorar o destaque de sintaxe de catálogos de mensagem no Vim, …

Acho que a lista não acaba 🙂

As ferramentas segregam as equipes de tradução?

Eu estava lembrando a entrevista com o Djihed Afifi, e comecei a pensar na facilidade de todos os tradutores usarem um único repositório (CVS ou SVN etc.), um único rastreador de erros (bugzilla etc.), um único site…

No Brasil, estamos acostumados a usar os recursos dos projetos cujo software está sendo traduzido (GNOME, Mozilla etc.). Acho que isso nos faz ficar restritos a um projeto, sem contribuir com outros mesmo que tenhamos tempo disponível, apenas para não ter que abrir mais uma conta no bugzilla, se inscrever em mais uma lista de discussão etc. Um dia desses um integrante do KDE me perguntou se o GNOME usa arquivos PO do gettext!

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